Lógico que, como tudo na vida, tecnologia em excesso não é legal.
Outro dia eu vi como isso pode ser prejudicial se não usado de maneira correta.
Minha noiva cursa pedagogia na Unicsul, começou esse ano, e para minha surpresa ela não precisa ir a aula de segunda feira, não porque ela não tenha aula, ela tem a aula online.
Em um primeiro momento achei bacana porém confesso que não sabia direito ocmo seria a metodologia de aula.
Pensei em alguma coisa parecida com uma videoconfrência, mas quado descobri como era vi que não tinha nada a ver com o que eu pensava.
Na verdade funciona assim, o professor deixa alguma atividade no blackboard (área do aluno) e o aluno tem um prazo para entregar este.
Achei tudo isso meio frio, ainda mais quando soube que ela teria que entregar uma resenha de um filme em até 500 caracteres.
Quando eu estava na escola eu jogava bolinha de papel nos meus amigos, pintava a parte de baixo da carteira com giz pra zoar a calça do pessoal, ficava mexendo com as menininhas, foi uma das melhores fases da minha vida.
Me incomoda um pouco pensar que o meu filho em vez de fazer tudo isso vai brincar de mandar e-mail pros coleguinhas (¬¬), e o seu melhor amigo vai ser uma imagem na tela do computador.
Lógico que isso é uma situação hipotética em que todas as aulas da semana seriam assim, mas acho que ia ser muito mais legal que em vez de aula online, instalassem computadores na sala de aula.
Não quero um filho anti-social e viciado em tíbia, de nerd ja basta o pai dele que tem um blog!






O que é bom para você pode não ser bom para ele...
ResponderExcluirEle nem vai saber o que é jogar bolinha no amigo e vai achar isso um absurdo, hehe...